sexta-feira, janeiro 28, 2005

Holocausto de Auschwitz

Comemorou-se, ontem, o 60º aniversário da libertação dos prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz, no sudeste da Polónia, por parte das tropas do exército soviético.
Inicialmente este campo de concentração visava “ aterrorizar os polacos “, mas transformou-se rapidamente numa “ fábrica de morte “.
Aí foram exterminadas mais de 1.500.000 pessoas, na grande maioria judeus.
Oxalá fosse possível afirmar: “ Auschwitz – Nunca Mais “
Infelizmente, volvidos 60 anos, temos que reconhecer que outros holocaustos surgiram em muitas partes do Mundo, onde os Direitos Fundamentais do Homem foram vilipendiados.
Não podemos esquecer o genocídio no Ruanda, o morticínio de Darfur, as vítimas do Gulag, os prisioneiros de Guantánamo e de Abu Gharib, os crimes sobre opositores aos regimes políticos no Chile e na Argentina, o drama dos Palestinianos, as vitimas das guerras na Chechénia, Afeganistão e Iraque, o esmagamento do povo tibetano etc., etc.
Triste Mundo este que desenvolve a cultura da intolerância, da violência, do ódio e da opressão dos mais desfavorecidos.

terça-feira, janeiro 25, 2005

Maior progenitor português

Li há dias uma notícia que quero partilhar
No século XV viveu em Trancoso ( Beira Alta ) um padre de nome Francisco Costa.
Particularidade do nosso homem da igreja – teve 299 filhos, sendo 215 do sexo feminino e 85 do sexo masculino.
O homem era de têmpera.
Segundo sentença proferida em 1487 o referido padre devia ser arrastado pelas ruas públicas atado a cavalos. Posteriormente o seu corpo devia ser esquartejado devendo a cabeça e as mãos serem enterradas em diferentes distritos.Aconteceu então o inesperado.
O rei D. João II considerando que a região do interior tinha poucos habitantes, entendeu perdoar-lhe a pena, dado que o padre Francisco Costa tinha contribuído para o povoamento da Beira Alta.
299 descendentes todos filhos da “Santa Madre Igreja”.
Nos tempos de hoje se houvesse muitos padres Francisco Costa era a falência da Segurança Social.

Sinistralidade rodoviária 2

Os acidentes rodoviários em Portugal, na sua grande generalidade, são consequência de falha humana, com destaque para um comportamento cívico incorrecto, devida à condução perigosa e agressiva, velocidade excessiva, ultrapassagens mal calculadas, desrespeito pela sinalização, uso de telemóvel e condução sob o efeito do álcool.
Todos nós que andamos nas estradas cometemos, de vez em quando, alguns erros ou infracções. Acontece, porém, que há condutores que todos os dias e em qualquer circunstância (com chuva, nevoeiro, gelo, pavimento escorregadio, tráfego intenso), conduzem sempre da mesma maneira – de uma forma agressiva.
Até 2010 a Europa, consciente deste grave problema social quer reduzir em 50% o número de mortos nas estradas.
Eu quero contribuir para esse decréscimo, conduzindo duma forma responsável.
E vocês

segunda-feira, janeiro 24, 2005

Sinistralidade rodoviária

Foram conhecidas as estatísticas policiais referentes aos acidentes de viação ocorridos nas estradas nacionais, durante o ano de 2004.
Registaram-se nesse período 52.096 vítimas entre mortos, feridos graves e feridos ligeiros.
Comparando estes elementos estatísticos com os registados em 2003, constata-se que houve uma redução de 8% na taxa de sinistralidade nas nossas estradas.
Morreram, directamente, nas nossas estradas 1124 pessoas em 2004. A este valor devemos acrescentar cerca de 5% do número de feridos graves pois, normalmente esta é a taxa de mortalidade registada nestes acidentados nos 30 dias subsequentes aos acidentes.
Apesar de ter sido registada uma redução do número de mortos, verifica-se, no entanto que no IP4 (Amarante-Bragança) houve um aumento de 150% na sinistralidade mortal de 2003 para 2004 (de 13 mortos para 33). O ano de 2004 foi o pior de sempre, desde a abertura ao trânsito deste IP em 1993.
Se as campanhas de sensibilização levadas a efeito não dão resultados apreciáveis introduzam-se medidas dissuasoras (instalação de radares fixos, policiamento efectivo nos chamados “pontos negros”, ou preventivas (separadores centrais, melhor sinalização)
A França tem reduzido substancialmente a taxa de sinistralidade na estrada com radares fixos nos pontos negros.
Na VCI na cidade do Porto, desde que foram instalados radares de controle de velocidade registou-se um decréscimo substancial nas taxas de sinistralidade nessa via, ao mesmo tempo que foi registada a maior velocidade de circulação – 240kms/hora.
Como acabar com esta guerra civil nas nossas estradas?

Nota Introdutória

Inicio hoje a minha aventura pelo mundo da blogosfera.
Digo aventura, por dois motivos de razões:
1 - Sou ainda um modesto aprendiz de informática (apesar de ter 67 anos de idade)
2- Nos últimos tempos, raramente partilhei com muitas pessoas as minhas opiniões sobre questões do nosso quotidiano.
Com a maior regularidade possível procurarei emitir comentários pessoais breves sobre alguns factos ocorridos no nosso mundo. Será o meu espaço de liberdade de expressão.
Dedicarei uma especial atenção às seguintes questões: ambiente, cidadania, problemas sociais e educação.
Partilharei também algumas curiosidades bem como um dos meus hobbies - fotografia.
Vamos então iniciar esta aventura.