quinta-feira, abril 14, 2005

JUSTIÇA PORTUGUESA

Dois juízes desentenderam-se no Tribunal Criminal do Porto, por divergirem da interpretação da constitucionalidade da norma regulamentar dos juízes de turno.

Um dos juízes devia ouvir 5 pessoas detidas pela GNR por suspeita de roubo.

No período da manhã o primeiro Juiz entendeu que quem devia ouvir os detidos devia ser o Juiz de turno.

Às 12.30 horas a Juíza de turno fez um despacho, indicando que quem devia ouvir os detidos era o 1º Juiz.

O 1º Juiz, por despacho exarado às 14.30 horas, remete a audição dos detidos para a Juíza de turno.

Às 17.30 horas a Juíza exarou novo despacho, afirmando que não entendia a posição do colega. Passada meia hora a Juíza profere novo despacho a adiar o interrogatório para o dia seguinte.

Até aqui parecia tudo certo. Acontece, porém, que a Juíza explicou que não estaria presente, já que tinha comunicado a ausência à Relação.

Explicou, entretanto, que assim os autos transitavam para o 1º Juiz “ por ser o seu substituto legal”.

O que é isto?
Como se brinca com o dinheiro dos contribuintes?

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Olá

Já tenho internet

Já estou de novo ligada ao mundo

Nina

12:31 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Agora tudo vai entrar nos eixos. Vejam bem, em apenas um mês Sócrates já conseguiu fazer com que chova e aumentou a estimativa de crescimento do PIB acima da média europeia...

Só é pena uns terem estado de graça e outros não.

'Nheiro

4:33 da tarde  

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