segunda-feira, julho 25, 2005

HÁ CADA COISA

- No recente atentado terrorista ocorrido em Sharm-el-Sheik, o hotel que registou o maior nº de vítimas chamava-se Hotel Ghazala Gardens, da cadeia Marriot.
Ironias do destino – as 60 vítimas inocentes que morreram neste hotel, localizado na “RUA DA PAZ”, foram mortas pelo ódio, pelo fanatismo e pela intolerância.

- Uma turista britânica de nome Joanna, de 25 anos, escapou, por pouco, ao atentado de Londres, ocorrido no passado dia 7. Para descontrair do stress em que ficou, resolveu voar até Sharm-el-Sheik e hospedou-se no Hotel Ghazala Gardens. Teve mais uma vez sorte. O seu quarto estava localizado na parte de trás da recepção, local onde morreram mais pessoas. Em 15 dias escapou por 2 vezes a atentados terroristas.

- 20 Indivíduos armados de revolveres e bastões, para se vingarem dum gang rival, entraram nas piscinas de S.João da Madeira, agredindo e roubando mochilas e telemóveis dos 300 frequentadores. O assalto durou 3 minutos. Os assaltantes, a seguir, tentaram assaltar, sem sucesso, uma confeitaria.

- O jovem Marcelino Herche, membro do “ Grupo de Amigos da Cueva de Los Casares e da Arte Paleolítica “, associação de defesa da natureza, foi acusado de ser o causador do incêndio de Guadalajara (Espanha). Ardeu uma área do Parque Natural equivalente a 13.000 campos de futebol e morreram 14 bombeiros. Com defensores da Natureza como este…. Não há dúvida que estamos protegidos!

- As autoridades dos EUA procuram Warren Jeffs, chefe espiritual da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que anda a monte, estando acusado de poligamia. Este líder espiritual vivia num palacete com um harém de 70 mulheres, na região do Grand Canyon, na fronteira entre o Utah e o Arizona, para facilitar a fuga.Para além de obrigar as mulheres a casarem com quem ele dissesse, Warren Jeffs proclamava que um homem para ter um lugar no Céu tinha que ter pelo menos 3 mulheres e estas só iam para o Céu se fossem chamadas pelo marido. No palacete onde viviam as 70 mulheres não havia rádio TV ou jornais, bem como qualquer contacto com o mundo exterior.