segunda-feira, janeiro 09, 2006


No dia 1 de Janeiro foi alargado a todos os fornecedores de bens e prestadores de serviços que tenham contacto com o público a obrigatoriedade da existência do famoso modelo 1426 da Imprensa Nacional/Casa da Moeda, o chamado " LIVRO DE RECLAMAÇÕES ".

A partir de agora farmácias, creches, escolas de condução, cabeleireiros, transportadores, postos de combustíveis, IPSS, recintos desportivos e de espectáculos, clínicas, laboratórios, agências funerárias etc., devem disponibilizar o "Livro " para quem quiser reclamar.

A Lei entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2006 e a INCM colocou à venda os referidos livros em 27 de Dezembro de 2005. Devido à concentração da procura, verificou-se um estrangulamento ao nível da distribuição, dado que existem procedimentos de controlo da numeração dos livros, que não podem ser deixados ao acaso.

O Governo dilatou, por isso, o prazo para que a Lei começasse a ser cumprida.

Não sei se a INCM tem " Livro de reclamações", mas era bom que os consumidores reclamassem contra a própria Imprensa Nacional/Casa da Moeda., por esta falha.

Criticar o que está mal é um direito de cidadania. Nós somos muito críticos para com os outros e somos mais desculpabilizantes para connosco próprios.

A título de brincadeira, cito algumas reclamações que devemos fazer:
- no barbeiro pela falta de cabelo
- nas clínicas por estarmos doentes
- nos postos de combustíveis pelo facto da gasolina ser cara
- nas agências funerárias por sermos transportados na horizontal
- nos laboratórios por termos colesterol elevado

Agora, pergunto eu. Quando quisermos agradecer os bons serviços que nos são prestados, como agradecer?

Devia ser criado o modelo 1427 " LIVRO DE AGRADECIMENTOS ".
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